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Como funciona

Em apenas três passos simples, você converte seu extrato bancário.

1

Selecione o banco

Escolha o banco emissor do extrato para melhor precisão na conversão.

2

Faça upload do PDF

Arraste e solte ou selecione seu extrato bancário em PDF.

3

Baixe o OFX

Em segundos, seu arquivo OFX estará pronto para download.

Por que usar o Converter OFX?

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Convertemos também extratos digitalizados ou em imagem: nosso OCR lê o conteúdo e gera o OFX normalmente.

Suporte Dedicado

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Por que o extrato em PDF é tão difícil de ler por máquina

Um PDF não guarda uma tabela — guarda desenhos: cada texto é um glifo com uma coordenada. Seu olho reconstrói as colunas Data, Histórico e Valor sozinho; um programa recebe fragmentos soltos e precisa remontar tudo — onde acaba o histórico, onde começa o valor, se o número é crédito ou débito.

E vem a parte que quase ninguém conta: um banco não tem "um layout". App, internet banking, conta PJ, relatório de pagamentos, conta vinculada — cada canal muda colunas, cabeçalho e a forma de marcar o sinal.

No nosso código, o Banco do Brasil tem 18 leitores de layout distintos. Caixa, Santander e Bradesco, 15 cada. Sicoob e Itaú, 14. Sicredi, 11. Até o Nubank já rendeu 7. É por isso que um conversor genérico acerta o extrato de demonstração e erra o seu.

Quando o PDF é uma imagem disfarçada de texto

Você abre o PDF, o texto está lá — mas tenta selecionar com o mouse e não seleciona nada. O arquivo passou por "Microsoft: Print To PDF" ou por um scanner, e o que parece texto é desenho vetorial: para qualquer leitor de PDF o documento está vazio. É a origem silenciosa do "o conversor não achou nenhum lançamento".

Aí o extrato não é lido, é enxergado: cada página é rasterizada a 300 dpi e passa por reconhecimento óptico em português. É mais lento — escaneados grandes vão para uma fila com tela de progresso —, mas o OFX sai igual.

Parte deles ainda vem girada 90°: a planilha em paisagem que alguém mandou imprimir. Na tela você inclina a cabeça e lê; o OCR, deitado, devolve ruído de grade. O tratamento é literal — rasterizar, girar, reconhecer de novo. Como não dá para saber se o giro é horário ou anti-horário, uma sonda na primeira página tenta as duas e vê qual produziu algo parecido com um extrato. Se nenhuma produzir, o sistema para em vez de inventar transações.

Quando o OCR troca um número (e por que conferimos contra o saldo)

É aqui que um conversor mal-feito falha em silêncio. OCR não erra só apagando texto: ele troca dígito por dígito, e o resultado continua parecendo um número perfeitamente válido.

Medimos isso em extratos reais: o modelo de português tenta "corrigir" números como se fossem palavras. Ele lê o débito -2.752,73 como -2.152,13, o saldo 760,53 como 160,53 e o ano 2026 como 2028. Nada dispara alarme — o valor entra bonito no arquivo e você só descobre quando a conciliação não fecha.

Daí duas defesas. A primeira: cada coluna numérica é reconhecida separadamente, com o alfabeto restrito a dígitos, vírgula, ponto e sinal — sem palavras para "corrigir", o modelo para de alucinar. Ler por faixa de coluna também separa linhas que o OCR funde numa tabela larga: num extrato que testamos, isso levou o leitor de 0 para 26 transações corretas de 26.

A segunda fecha a conta: quando há coluna Saldo, o documento carrega a própria prova — cada saldo é o anterior mais o lançamento da linha. Se o valor lido e a diferença entre saldos divergem, um dos dois está errado, e dá para saber qual. É o documento conferindo a si mesmo, e é o que faz nossos testes fecharem exatamente no total do rodapé. Ainda assim: prefira o PDF original ao escaneado, e confira o total abrindo o OFX em Excel.

Como o banco certo é escolhido

Você escolhe o banco na lista, mas o arquivo tem a palavra final: todo extrato passa por um reconhecimento de assinatura — padrões do cabeçalho e da estrutura do documento, não do nome do banco. "Nubank" aparece no histórico de um Pix recebido no Itaú, e usar isso como pista rotearia o PDF errado.

Quando dois bancos empatam na pontuação, o resultado é "não sei", não um chute: melhor cair num leitor de reserva do que entregar com confiança um extrato lido pelo parser errado. E se você escolher errado, a detecção corrige — o campo é uma dica, não uma ordem.

O que sai do outro lado

O arquivo gerado é OFX 1.0 no dialeto SGMLOFXHEADER:100, DATA:OFXSGML, VERSION:102. Não é nostalgia: é o dialeto que os ERPs e sistemas contábeis brasileiros de fato aceitam. O OFX 2.0, em XML puro, é mais rígido e recusado por boa parte deles.

Cada lançamento sai com tipo, data, valor, histórico e um FITID, o identificador único que impede a mesma transação de entrar duas vezes num período reimportado. O guia o que é OFX destrincha a estrutura.

Bancos, cooperativas e fintechs suportados

47 instituições com leitor dedicado — bancos de varejo, cooperativas, adquirentes e carteiras digitais —, mais um leitor genérico para o resto. Cada uma tem página própria, com instruções de download e exemplos anonimizados.

Os mais procurados: Itaú, Banco do Brasil, Bradesco, Caixa, Santander, Nubank, Inter, Sicoob, Sicredi, C6 Bank, Mercado Pago e PagBank.

Não achou o seu? Envie assim mesmo: o leitor genérico costuma dar conta, e é assim que descobrimos os layouts que faltam.

Perguntas frequentes

Por que meu extrato em PDF não converte, se eu consigo ler o texto na tela?

Provavelmente o PDF é uma imagem. Arquivos gerados por "Microsoft: Print To PDF" ou por scanner desenham o texto como traço vetorial: parece texto, mas não há uma letra dentro do arquivo (tente selecionar com o mouse — não vai selecionar nada). Nesse caso o conversor detecta a ausência de texto automaticamente, rasteriza as páginas a 300 dpi e faz reconhecimento óptico em português. Demora mais, mas gera o OFX do mesmo jeito.

Por que existem vários layouts para o mesmo banco?

Porque o mesmo banco emite o extrato de formas diferentes conforme o canal e o tipo de conta: aplicativo, internet banking, conta PJ, conta vinculada, relatório de pagamentos. Cada variação muda colunas, cabeçalho e a forma de indicar crédito ou débito. No nosso código, o Banco do Brasil tem 18 leitores de layout, Caixa, Santander e Bradesco 15 cada, Sicoob e Itaú 14, Sicredi 11 e Nubank 7.

O conversor pode errar um valor sem eu perceber?

Em PDFs com texto real, não: os valores são lidos diretamente do arquivo. O risco existe em extratos escaneados, onde o reconhecimento óptico pode trocar dígitos e produzir um número que parece válido. Para isso as colunas numéricas são lidas com o alfabeto restrito a dígitos e sinais, e, quando o extrato traz a coluna Saldo, cada valor é conferido contra a diferença entre saldos consecutivos. Ainda assim, confira o total antes de importar.

Escolhi o banco errado na lista. O que acontece?

O sistema corrige. Todo extrato passa por uma detecção baseada em assinaturas de layout do próprio documento, e se ele pertencer a outro banco suportado a conversão é reencaminhada para o leitor correto. O campo de seleção é uma dica para acelerar, não uma ordem. Quando dois bancos empatam na detecção, o sistema assume que não sabe e usa um leitor de reserva, em vez de escolher um parser errado com confiança.

Por que o arquivo sai em OFX 1.0 e não em OFX 2.0?

Porque é o que funciona no Brasil. O OFX 1.0 usa SGML e é o dialeto aceito pela grande maioria dos ERPs e softwares contábeis nacionais, como Conta Azul, Bling, Omie e QuickBooks. O OFX 2.0 é XML puro, mais rígido, e é recusado por boa parte desses sistemas. Geramos OFX 1.0 SGML por compatibilidade, não por preferência.

Meu banco não está na lista. Ainda dá para converter?

Dá para tentar, e vale a pena. Além dos leitores dedicados a 47 instituições, existe um leitor genérico que interpreta o texto de layouts fora da lista e gera o OFX. Ele é menos previsível que um leitor dedicado, então confira o resultado com atenção. Se funcionar mal, nos avise pela página de contato informando o banco e o tipo de conta — é assim que priorizamos quais layouts implementar.